SURDEZ: AQUISIÇÃO DE LINGUAGEM E INCLUSÃO SOCIAL
Resumo
Este artigo tem como objetivo contribuir positivamente para ampliar a visão da sociedade e das instituições educativas sobre a questão de igualdade e de oportunidade, principalmente quando se trata de alunos surdos. Pretende-se questionar sobre a inclusão de crianças com deficiências de surdez e como estão sendo adquiridas a linguagem e a inclusão social. A Língua Brasileira de Sinais (Libras), uma língua em que se usa o gesto abrangendo as necessidades das pessoas surdas, foi instituída no Brasil como língua oficial; é ensinada em instituições de atendimento a alunos que apresentam a surdez e é cada vez mais presente, por meio dos intérpretes em Libras, em ambientes inclusivos, programas de televisão, eventos educacionais, dentre outros espaços sociais. A LDB é clara quando diz que se devem incluir os alunos com necessidades especiais em salas de aula e escolas regulares, portanto deve-se fazer uma reflexão clara acerca de que tipo de pensamentos deve-se ter para incluir todos, sem distinção de quociente intelectual, capacidade mental e física. Essa tendência pela educação integrada ampliou-se com a criação de salas de recursos para a integração do aluno deficiente sensorial e com a criação de classes especiais para aluno com qualquer tipo de deficiência. O estudo tem caráter descritivo, com pesquisa bibliográfica em livros de pesquisadores sobre o tema. Concluiu-se que a cidadania é um direito democrático de igualdade dos direitos no âmbito da universidade de todos os cidadãos, sem qualquer tipo de discriminação.
Palavras-chave
Surdez. Linguagem. Inclusão social.
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